Como se contrai o HIV?

Como podemos ver anteriormente, no mês de atenção e conscientização sobre HIV e AIDS é essencial saber quais as reais formas de contaminação e acabar com alguns preconceitos sobre o assunto.

Como se contrai o HIV?

Como o HIV, vírus causador da AIDS, está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno, a doença pode ser transmitida de várias formas:

  • Sexo sem camisinha. Por ser vaginal, anal ou oral;
  • De mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação;
  • Uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa;
  • Transfusão de sangue contaminado com o HIV;
  • Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados.

Evitar a doença não é difícil. Basta usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringa, agulha e outro objeto cortante com outras pessoas.

Consigo preservativo gratuitamente?

SIM! O preservativo está disponível na rede pública de saúde!

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Mito ou Verdade?

O vírus é transmitido apenas em relações sexuais.

Mito!  O HIV também pode passar com o compartilhamento de seringas e agulhas; transfusão de sangue contaminado; reutilização de objetos perfuro cortantes com presença de sangue ou fluidos com o vírus; durante o parto normal.

 

Existe risco de contaminação por HIV em uso de equipamentos de salão de beleza não esterilizados.

Verdade!  Objetos perfuro cortantes com presença de sangue, podem transmitir o vírus! Para evitar a disseminação do vírus basta que sejam esterilizados para eliminar esse risco.

O vírus HIV pode ser transmitido por beijo, abraço ou aperto de mão.

Mito! O vírus HIV é transmitido através de troca de fluidos corporais (sêmen, lubrificante vaginal, sangue, leite materno). Beijo, abraço, apertos de mão e objetos não perfurantes como talheres, vaso sanitário não transmite o vírus.

Na próxima semana novas informações sobre o assunto!

DEZEMBRO VERMELHO – Luta Contra a AIDS

No dia 1° de dezembro é comemorado o Dia Mundial da Luta Contra a AIDS dá a ocasião de se falar da infecção por HIV e da AIDS, de pessoas infectadas pelo HIV e das doenças relacionadas com a AIDS, e de se saber mais sobre esta doença.

O objetivo da OMS (Organização Mundial da Saúde) junto a OPAS (Organização Panamericana de Saúde) é controlar a disseminação do vírus até 2030. Realizando a ampliação da cobertura de medidas de prevenção, atenção, suporte e tratamento para todas as pessoas que vivem de AIDS/HIV e identificar e acabar com as lacunas existentes entre aqueles que não estão sendo assistidos ou não sabem seu diagnóstico.

Ter HIV é a mesma coisa que ter AIDS?

NÃO!

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência adquirida, causador da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Ataca o sistema imunológico, que é responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os Linfócitos TCD4+, onde o vírus altera o DNA desses linfócitos, criando cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar o HIV rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

Há muitos soropositivos que vivem anos sem desenvolver a AIDS. A AIDS é a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico, deixando o organismo mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado. Contudo mesmo sem desenvolvera doença os indivíduos conseguem transmitir, por isso é fundamental fazer o teste regularmente e se proteger em todas as situações.

É possível ter o vírus HIV e não desenvolver nenhum sintoma?

SIM!

O período entre a infecção e o aparecimento dos sinais e sintomas relacionados à AIDS varia de indivíduo para indivíduo, podendo ser em média de seis meses a 10 anos, pois o sistema imunológico pode ficar preservado e com contagem normais de linfócitos CD4. É importante lembrar que, mesmo que a pessoa não apresente sintomas, ela é portadora do Vírus HIV, podendo assim, transmitir o vírus para outras pessoas.

 Fique atento! Na próxima semana você saberá mais sobre o dia Mundial da Luta contra a AIDS e terá mais informações importantes sobre a doença!

Eu não consigo emagrecer!

OBESIDADE: “Eu não como nada, faço exercícios regularmente e não emagreço”. Entenda porque realmente isso acontece!

A Obesidade é um problema de saúde, e segundo um levantamento do Ministério da Saúde, uma em cada cinco pessoas no País está acima do peso. A prevalência da doença passou de 11,8%, em 2006, para 18,9%, em 2016.

Todos os dias nos deparamos com pacientes acima do peso,  apresentando todos os componentes da chamada “ Síndrome Metabólica”: hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia, hiperuricemia, hiperglicemia (por resistência a insulina), esteatose hepática e obesidade de predomínio abdominal.

A maioria desses pacientes já se submeteu a inúmeras dietas para redução do peso, algumas com sucesso durante algum tempo, mas com posterior ganho de peso, configurando-se no chamado efeito iô-iô também conhecido como efeito sanfona, num perde-ganha de peso repetitivo, que hoje sabemos ser extremamente deletério para o sistema cardiovascular como um todo. Até mesmo paciente submetidos a cirurgia bariátrica ( redução do estômago) acabam ganhando peso novamente, mesmo seguindo dietas de alta privação de calorias .

Este fato se explica por mudanças ocasionadas no metabolismo destes pacientes, que se não tratadas adequadamente, irão perpetuar a Síndrome Metabólica e todas as suas complicações.

Pacientes que se encontram nesta fase, mesmo se submetendo a dietas de baixíssima caloria, não conseguem emagrecer, pelo contrário, continuam ganhando peso.

Muitas doenças do coração para serem melhor controladas, precisam de mudanças do hábito alimentar, redução do peso corporal e da prática regular de exercícios físicos.

Os pacientes que atingem estas metas, conseguem reduzir complicações, reduzir o numero de medicações, evitar internações, melhorar a qualidade de vida e a sobrevida. Conseguem assim reduzir a mortalidade por doenças cardiovasculares de um modo geral

Infelizmente, apesar de inúmeros esforços, o índice de pacientes que atingem estas metas é sempre muito reduzido.

Mesmo a atividade física precisa ser diferenciada nestes pacientes, não é qualquer tipo de exercício que pode ajudar a emagrecer. Exercícios físicos diários de alto impacto somente elevam mais os níveis de cortisol, e acabam dificultando o emagrecimento.

A grande culpada por este quadro é um  hormônio chamado LEPTINA.

A Leptina é produzida pelas suas células de gordura – sim, elas não ocasionam apenas estrias indesejáveis – e tem por finalidade manter um canal de comunicação com o cérebro, para controlar o seu metabolismo e o seu apetite.

Quando temos muita comida à nossa disposição e os nossos estoques de células de gordura estão  altos, nosso corpo deve dizer ao cérebro para aumentar o metabolismo para  queimar esse combustível extra e ao mesmo tempo inibir o nosso apetite, para não ingerirmos mais alimentos, provocando assim redução dos estoques de gordura e do apetite.

 

Então, agora você pode estar se perguntando:

Se for esse o caso, por que parece que meu metabolismo é tão baixo apesar de ter um excesso de gordura no meu corpo?

Meu metabolismo não deveria ser alto para que eu possa queimar essa gordura extra?

Isso é o que ocorre normalmente com aquelas pessoas que você inveja por “comerem de tudo e não engordarem nada”.

A verdade é que seu organismo também deveria estar agindo assim e se isso não estiver ocorrendo, então provavelmente você pode ter desenvolvido  a condição conhecida como Resistência a Leptina

À medida que você ganha cada vez mais células de gordura, seus níveis de leptina continuam a aumentar no sangue, numa tentativa do seu corpo dizer ao seu cérebro para acelerar o metabolismo e diminuir o seu apetite, ajudando assim a queimar mais rapidamente a gordura extra.

Porém, a partir de determinados níveis muito elevados de Leptina, o cérebro fica “entorpecido” e passa a não reconhecer mais o sinal enviado pela Leptina, processo semelhante ao que ocorre no desenvolvimento do Diabetes mellitus tipo II em relação a resistência a Insulina

E é quando os sintomas disparam.

Uma vez que seu cérebro não reconhece a Leptina, ele começa a pensar que seu corpo está continuamente em estado de fome (interpreta que existem poucas células de gordura, por não estar recebendo os sinais da Leptina). Então seu cérebro diminui o metabolismo de todo o corpo e aumenta seu apetite para tentar compensar, ingerindo mais e mais alimentos, de preferência os bem  calóricos – entendeu aquela fome desesperada por doce que você sente às vezes?

Então, ao invés de queimar as calorias extras que você comeu, seu corpo armazena tudo como gordura e para piorar ainda  aumenta o seu apetite neste processo .

Isso, em última análise, leva a mais ganho de peso e níveis mais elevados de leptina, tornando o ciclo ainda pior.


Sinais e sintomas da resistência à leptina

A maioria das pessoas que sofrem com a resistência à Leptina sabe que algo está errado dentro do corpo. Eles observam outras pessoas comendo alimentos, não se exercitando ou vivendo uma vida não saudável e mesmo assim, vivem sem ganhar peso ou mudar seu tipo de corpo. Enquanto isso, os pacientes com resistência à Leptina ganharão peso mesmo se seguirem uma dieta  de ingestão de baixa caloria. Agora sabemos o que é, precisamos falar sobre como diagnosticar.

Os pacientes com resistência à leptina tendem a experimentar pelo menos dois dos seguintes sintomas:

• Incapacidade de perder peso, apesar de comer uma dieta restrita em calorias e exercitar-se regularmente

• Ganho de peso constante geralmente acompanhado de um apetite voraz

• Episódios constantes de sensação de fome insaciável,  incluindo “ataques à geladeira”,  mesmo  após uma grande refeição

• Fadiga constante,  sensação de estar com baixa energia , “lentificado”

• A temperatura do corpo frequentemente baixa  (definida como inferior a 36ºC)

• Piora  dos sintomas do Hipotireoidismo (frequentemente acompanha a resistência à leptina)

Estes são os chamados de “aviso” de resistência à leptina. Eles não significam necessariamente que você tenha o quadro de resistência à Leptina, mas se você está sofrendo com mais de 2 dos sintomas acima, então há uma chance alta de você  estar com a síndrome.

Gostaríamos de comentar outro fato importante: na medida que aumenta a resistência a Leptina,   vai se desenvolvendo também o que se chama de “Resistência Tireoidiana”,  ou seja, por acreditar que o organismo está com falta de alimentos,  o T4 ao invés de produzir T3, que é o hormônio tireoidiano que também acelera o metabolismo e queima gorduras, passa a produzir maiores níveis de T3 reverso, com efeito oposto ao do T3: diminui o metabolismo e acumula gorduras. Nesta fase, o emagrecimento apenas com dieta é praticamente impossível. E não tem mais apenas finalidade estética mas por saúde e qualidade de vida.

Somente após uma análise de todo o perfil bioquímico e hormonal do paciente, o medico tem condições de avaliar o grau de resistência de Leptina  e as melhores medidas a serem tomadas em cada caso, desde a  melhor dieta a ser seguida até a orientação de exercícios ( que pode incluir  o “HIIT”  – Treino Intermitente de Alta Intensidade – que tem demonstrado importante papel na queima prolongada de gorduras e carboidratos, sem interferir nos níveis de cortisol.

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Dr Paulo Sérgio Russo
Cardiologia & Medicina Interna
https://www.drpaulorusso.com/single-post/2017/06/26/EU-NAO-CONSIGO-EMAGRECER

 

Referências
– http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1038/oby.2009.228/pdf
– labs.mcdb.lsa.umich.edu/…/Neuroendocrinology%202011.pdf
– li123-4.members.linode.com/…/…on,%20Weight,%20and%20Physiology.pdf
– physiology.elte.hu/…/Leptin%20gut%20and%20food%20intake.pdf
– legacy.lakeforest.edu/…/20_R_Pospiech.pdf
– www.nhs.uk/news/2007/August/Pages/Ishormonethekeytodesireforfood.asp
– Del Vecchio, F et al in Applications of high-intensity intermittent exercise on metabolic syndromin Journal of Physical Activity and  – Health 18(6):669 · January 2014

17 de outubro – DIA MUNDIAL DA VACINAÇÃO.

Quando ouvimos falar em campanha de vacinação ou imunização, logo pensamos que temos que levar ou avisar quem tem criança no posto de vacinação.

O adolescente, o adulto jovem, a gestante, o profissional de saúde, o professor e o idoso também precisam e devem ser vacinados!

Vacinar, é prevenir! É cuidar da saúde e qualidade de vida principalmente!

O beneficiado com a vacinação não é somente a pessoa que foi vacinada e sim, toda a população de uma comunidade, pois quanto mais pessoas são vacinadas, menos chances tem o restante da população vacinada ou não, ser contaminada.

É este tipo de conscientização que o dia Mundial da Vacinação tenta nos trazer anualmente.

A vacinação regular desde o nascimento até a idade adulta idosa, faz com que passamos o decorrer da vida com saúde e qualidade de vida! Além de proporcionar o mesmo para o próximo!

É importante sabermos que:

No Brasil existe o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. Em 40 anos de existência, o PNI se destacou por ser um dos melhores programas de imunização do mundo e vem atuando na ampliação da prevenção, no combate ao controle e erradicação de doenças, além de disponibilizar diversas vacinas à população. São oferecidos gratuitamente 42 tipos de imunobiológicos utilizados na prevenção e/ou tratamento de doenças, incluindo 25 vacinas.

Atualmente, o Brasil é um dos países que oferece o maior número de vacinas à população, disponibilizando mais de 300 milhões de doses anuais de imunobiológicos, entre vacinas, soros e imunoglobulinas.

E por este motivo o Brasil alcançou a erradicação da poliomielite e da varíola, e a eliminação da circulação do vírus autóctone do sarampo, desde 2000, e da rubéola, desde 2009. Também foi registrada queda acentuada nos casos e incidências das doenças imunopreveníveis, como as meningites por meningococo, difteria, tétano neonatal, entre outras.

 

Se você é adulto ou idoso e não certeza já passou por todos os ciclos de vacinação, vá até o posto de saúde mais próximo de sua casa ou trabalho e se informe quais vacinas estão disponíveis.

Vocês, pais ou responsáveis por uma criança ou adolescente, leve-os a um posto de saúde mais próximo de sua casa e atualize as vacinas caso tenha pendência.

 

Seja consciente e responsável! Vacine-se!

Dia Mundial de Prevenção da Obesidade

Atualmente a OMS, indica a obesidade como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. No Brasil, levantamentos apontam que 50% da população estão acima do peso, ou seja, na faixa de sobrepeso e obesidade. Entre as crianças, os dados chegam a 15%!

A obesidade é uma doença crônica, que altera metabolicamente as funções do organismo, trazendo risco para o desenvolvimento de outras doenças como por exemplo: Diabetes, Hipertensão Arterial e Dislipidemia.

Ao contrário do que pensam, as pessoas que estão com sobrepeso e obesidade, que geralmente procuram fórmulas mágicas para emagrecer, a obesidade deve ser tratada por toda a vida.

Para tratar a obesidade, se faz necessário mudanças no estilo de vida, principalmente no comportamento.

É preciso tempo, paciência e ser consciente!

A pessoa que quer emagrecer, não deve realizar restrição calórica severa, as famosas “dietas da moda” ou cortar grupos alimentares, mas sim, iniciar uma reeducação alimentar, para que ocorra uma perda de peso saudável, com preservação de massa muscular.

Para as crianças, é importante que os pais e familiares sejam exemplos, acompanhando a introdução alimentar balanceada desde os 6 meses de idade até a adolescência, para que se crie o hábito natural de alimentar de forma saudável e inteligente. Para isso é necessário que o adulto também adote a mesma postura.

Adquirir novos hábitos requer prática, dia após dia, e os resultados surgirão!

Realizar exercícios físicos regulares com supervisão de um profissional e se manter ativo durante todo o dia, é fundamental para gerar o aumento no gasto energético diário.

Uma boa noite de sono também tem impacto direto no controle hormonal do apetite, dormir em média de 7 a 8 horas por noite, contribuem para a perda e manutenção do peso saudável.

Fiquem atentos!

A Obesidade não é um estado atual, é uma doença, e precisa ser tratada!

Outubro Rosa.

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Na década de 1990, nasceu o movimento conhecido como Outubro Rosa, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

O Grupo Géia apoia está causa. 

Dia mundial do coração

Sofrer por amor faz mal ao coração?

Síndrome do Coração Partido afeta quem vive longos períodos de tristeza ou depressão.

As dores do coração, podem sim fazer mal a saúde, afeta o sistema cardiovascular de pessoas que vivem longo período de tristeza, dor no peito, taquicardia, angustia, tem efeito também no bem-estar de forma geral, a medida que devido a tristeza ou depressão, a pessoa deixa de praticar exercícios, se alimenta mal, dorme pouco, como consequência, tem sua saúde comprometida.

De acordo com a cardiologista Ana Camarozano: “o fator emocional tem grande influência no funcionamento do coração. A especialista acredita que a ansiedade, a depressão e o estresse causados pelo fim de uma relação amorosa podem prejudicar a saúde cardíaca. “É possível que a Síndrome evolua para o surgimento de uma arritmia cardíaca e até cause o infarto, especialmente em pacientes que têm histórico na família ou tenham predisposição a problemas cardíacos”, alerta a médica.

Por outro lado, guardar emoções como ódio, rancor ou mágoa reflete negativamente no organismo, permitindo que os órgãos do corpo liberem grande quantidade de hormônios como cortisol ou adrenalina, que produzidos em um nível elevado podem ser prejudiciais. Além disso, o armazenamento de sentimentos ruins contribui com a redução da produção de substâncias benéficas ao organismo e que trazem sensação de bem-estar, como a serotonina. “Esse desequilíbrio na produção hormonal pode interferir no funcionamento cardiovascular, prejudicando a saúde das pessoas”, explica a especialista.

Então, como lidar com os processos de dor sem prejudicar o coração? A especialista dá a dica: “por mais difícil que um térmico seja, o ideal é evitar cultivar emoções negativas a respeito do que passou. Quando conseguimos deixar nossa mente quieta, podemos manter o coração tranquilo”, ensina a cardiologista. ”

Mas não é só de saudades que padece o coração!

As funções do coração podem ser afetadas por maus hábitos ou falta de bons hábitos como: Tabagismo; Inatividade Física ou Sedentarismo, a falta da prevenção e cuidados podem levar ao Colesterol Alterado; Hipertensão Arterial; Sobrepeso ou Obesidade; Circunferência Abdominal Elevada; Diabetes Mellitus; Alimentação Inadequada com a ingestão excessiva de alimentos gordurosos e industrializados.

Se não podemos evitar a perdas, vamos cuidar para fortalecer nosso coração para enfrentá-las com menos impacto na saúde?

Para isso a primeira medida é diminuir os riscos de doenças cardiovasculares introduzindo bons hábitos e cuidados:

  • Prefira uma alimentação mais saudável, não fique aí parado! Movimente-se!

 

  • Livre-se do cigarro, tenha cuidado com o ganho excessivo de peso, limite a ingestão de álcool.

 

  • Conheça-se! Saiba quais são os seus números:(pressão, glicemia, colesterol e IMC).

 

  • Mantenha acompanhamento da sua saúde anualmente, sempre consultando um profissional, sobretudo, sorria, divirta-se, pratique exercícios, se ame muito.

 

Você deve estar indagando: Pensa que é fácil?

Sabemos que não é fácil! Mas é necessário!

Se precisar de ajuda, conte conosco, acesse nosso site e interaja, envie perguntas, acompanhe nossas notícias! É mais do que dizer! Queremos ajudá-lo a viver mais e melhor!

 

Fonte: http://www.brasil.gov.br/saude/2016/09/cerca-de-17-5-milhoes-pessoas-morrem-de-doencas-cardiovasculares-todos-os-anos

A boca é o bicho!

É pela boca, que é a maior cavidade do corpo humano, que temos contato com o meio ambiente, é a entrada para bactérias e outros microrganismos prejudiciais à saúde, deve-se ficar alerta aos riscos que estamos expomos e procurar saber como se prevenir.

Erroneamente, a boca e o cérebro são tratados como partes independentes das demais partes do nosso corpo, você já percebeu isso?

É como se os males que afetam o nosso corpo não afetam aos dois e vice-versa. Até nos cuidados com a saúde, temos uma separação nas especialidades odontologia e psiquiatria/psicologia são áreas distintas e raramente trabalham juntas aos profissionais médicos e enfermeiros.

Grande equivoco a nosso ver, que deve ser reparado à medida que evoluímos no cuidado do ser humano como um todo.

É através da boca que nos comunicamos, alimentamos, hidratamos, relacionamos e quando necessário, fazemos uso de algumas medicações, ela está aberta a entrada e troca de micro-organismos e bactérias.

Os males mais comuns dos problemas ocasionados através da boca, são:

Mal hálito frequente; Xerostomia ou boca seca; Gengivite ou Doença Periodontal; Lesões na boca; Cáries; Dor; Déficit na Mastigação; Perda Dentária; Endocardite doença que pode trazer sérios prejuízos a sua saúde causada pela migração de bactérias existentes nas cáries dentais que migram via corrente sanguínea e se alojam na musculatura do coração causando infeção e podendo levar a óbito!

Outra doença difícil ser tratada quando há alguma infeção de origem bucal é o Diabetes Mellitus.

Cuidados para evitar os impactos negativos, além de consultar periodicamente um profissional, devemos manter a escovação dos dentes de forma correta, escovando não somente os dentes, mas também língua e céu da boca diariamente após cada refeição são boas práticas para manutenção da saúde, assim como evitar o uso excessivo de álcool, fumo e a má alimentação.

Utilizar o fio dental diariamente, este ato impede o acúmulo de resíduos de comida e doces, e assim o surgimento de bactérias e mal hálito.

Manter uma alimentação saudável rica em nutrientes e ingestão de líquidos para manter os dentes fortes e saudáveis, evitar ao máximo o consumo excessivo de produtos açucarados, que em excesso provocam as cáries.

Para a detecção e prevenção de doenças que possam comprometer não só a saúde bucal como outras partes.

Quanto mais cedo os bons hábitos são adquiridos, melhor serão as condições bucais ao longo da vida.

Cuide do seu corpo. Cuide de sua boca!

SONO – Revigore-se diariamente!

 

sono

Não deixe de obter sua dose diária de saúde enquanto está dormindo, leia aqui:

Após um dia de muita atividade, que exige de nosso corpo e mente muita energia e disposição para realizá-las, nada como um boa noite de sono para descansar e renovar as energias para o dia seguinte.

Um boa noite de sono nos proporciona qualidade e vida, dormir bem ajuda a fortalecer a capacidade do organismo para combater infecções, a manter-se saudável, pois durante o sono o corpo produz proteínas extras que ajudam o sistema imune a ficar mais forte, principalmente em situação de estresse.

Quando não temos a oportunidade de descansar adequadamente, no dia seguinte temos mais facilidade para nos irritar, sentir cansaço, sono e por consequência o dia é produtivo, além dos impactos na saúde que podem ser desde alteração na pressão arterial, ansiedade e falhas na memória, dentre outros.

Há situações na vida que nos impedem de ter o descanso necessário e fogem ao nosso controle, mas nas demais, podemos melhorar as condições do ambiente e os nossos hábitos para dormir melhor passando por todas as etapas do sono, incluindo a do sono REM* que é a mais profunda e reparadora.

Vamos anotar algumas sugestões para melhorar o sono?

  • Ouvir música suave e/ou mentalizar imagens agradáveis;
  • Estabelecer um horário para dormir e acordar e providencie para que o ambiente esteja escuro e sem sons;
  • Evitar pensar em assuntos do trabalho ou questões para resolver duas horas antes de dormir e procure ir para a cama somente quando estiver com sono;
  • Evitar alimentos gordurosos e indigestos, assim como bebida alcoólica ou cafeína antes de dormir;
  • Evitar exercícios físicos intensos até três horas antes de dormir, de preferência a exercícios de relaxamento/alongamento;
  • Evitar o uso de celulares, computadores ou notebooks ou televisão na hora de ir dormir;
  • Tomar banho morno antes de deitar ajuda a relaxar.
  • Manter o celular distante e sem luz.

Se você tem insônia com frequência, as dicas irão ajudar ao longo dos próximos dias, tenha paciência e seja persistente na busca da qualidade do sono que resultará em uma vida com mais qualidade, mas se perceber que ainda tem muita dificuldade para dormir bem, procure um especialista.

  • REM etapa do sono profundo, onde sonhamos e revigoramos nossas energias.

Texto: Gestão de Saúde Grupo Géia.

08 de agosto – Dia nacional do combate ao colesterol

 

Combate ao Colesterol

Colesterol, tenha com moderação!

Data instituída pelo governo em 2003, trata sobre os efeitos do aumento do Colesterol no sangue, a importância do controle da doença (Dislipidemia) e a melhor forma de fazer o tratamento.

Os dados da Organização Nacional de Saúde, apontam para um índice crescente de pessoas com colesterol alto, em 2012, o levantamento demonstrava que haviam 40% dos brasileiros com este diagnóstico, sendo que 17 milhões morrem todo ano no mundo devido a doenças do coração. No Brasil, especificamente, morrem 300 mil pessoas em decorrência de infartos e derrames.

O crescimento da população mundial e da industrialização dos alimentos para atender as necessidades do mundo moderno, vão na contramão da qualidade necessária para impedir que as condições que levam a esta situação crítica na saúde, fiquem sobre controle.

O colesterol é considerado um tipo de gordura (lipídio) produzido pelo nosso organismo e desempenha funções como: produção de hormônio de vitamina D, portanto, é fundamental para nosso organismo, contudo, como tudo na vida, o excesso é prejudicial, pois aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Temos dois tipos essenciais de colesterol, o LDL considerado ruim pois se acumula nas paredes das artérias provocando entupimento e o HDL, considerado o colesterol bom, pois tem a função “detergente”, ou seja, retira o excesso de colesterol das artérias impedindo o entupimento e formação de placa de gordura.

É necessário rever hábitos alimentares e de rotina diária para mudar esta realidade:

Procure manter uma alimentação saudável rica em frutas, legumes, verduras, grãos e cereais e ingerir água e sucos naturais, alimentos integrais em geral como: aveia, arroz, farelo de trigo, cevada, salmão, atum, carnes magras.

Outro grupo de alimentos tão importante quanto, são: Legumes/Verduras: cenoura, quiabo, aipo, couve, mandioca, ervilha, escarola, Oleoginosas: Castanha, nozes e amêndoas, azeite de oliva, Frutas vermelhas como: morango, acerola, goiaba, mamão.

Busque inserir os alimentos saudáveis no seu dia a dia, diminua sensivelmente os alimentos gordurosos e industrializados.

Cuide-se, esta é uma doença silenciosa e de evolução contínua, o corpo recebe o que você ingere diariamente, se nossos hábitos alimentares não são saudáveis, com o tempo os efeitos negativos no organismo são percebidos, após esta etapa, resta-nos o tratamento com medicamentos contínuos para diminuir os impactos na saúde.

Diga não ao sedentarismo e pratique atividade física; se fumante, abandone o cigarro e sempre faça consultas preventivas periodicamente;

Texto: Gestão de Saúde do Grupo Géia.