Parotidite (Caxumba)

Popularmente conhecida como Caxumba, a Parotidite é uma patologia provocada pelo vírus denominado Paramyxovírus, transmitida principalmente por via respiratória, mas pode-se contrair também através do contato direto com a saliva de indivíduos infectados ou utilização de objetos contaminados.

Antigamente a Caxumba era mais comum em nosso território, entretanto, após a vacina Tríplice e Tetra Viral passarem a integrar o Calendário Nacional de Imunização, o número de casos teve uma redução bastante significativa.

Os primeiros sintomas aparecem geralmente entre o 14º e 24º dia após o contato com o vírus.

As complicações são raras, geralmente ocorrem quando o indivíduo contrai a patologia após a fase da puberdade.

Entretanto o fato de suas complicações serem raras atualmente, não significa que podemos abrir mão de cuidados. Necessitamos trabalhar com a prevenção, visto que quando elas surgem, ocasionam grande impacto como por exemplo:

  • Esterilidade;
  • Meningite;
  • Perda de audição;
  • Edema cerebral.

Sintomas

  • Edema e/ou dilatação das glândulas salivares (Glândulas parótidas);
  • Febre;
  • Cefaleia (Dor de cabeça);
  • Fadiga;
  • Fraqueza;
  • Inapetência (Perda de apetite);
  • Dor ao mastigar e engolir.

Como é feito o diagnóstico?

Quando procuramos atendimento médico referindo os sintomas, é solicitado um exame de Hemograma, para verificar a produção de Leucócitos (Células de defesa), pois quando temos uma infecção instalada, nosso organismo os produz para combater a patologia.

Tratamento

Assim como na maioria das infecções virais, a Caxumba é tratada naturalmente pelo nosso organismo.

É indicado ficar em repouso para que se previna complicações e os médicos prescrevem analgésico/antitérmico para aliviar os sintomas.

Após a cura da doença, o indivíduo é considerado imune, desde que a infecção tenha sido bilateral.

Dia Internacional do Meio Ambiente

Na conhecida Conferência de Estocolmo em 1972, foi estabelecida a data de 05/junho para comemorar o Dia Internacional do Meio Ambiente. Essa data foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência. Tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, visto que a preservação do meio ambiente é muito importante para que possamos ter um planeta saudável e rico em recursos naturais no futuro.

Cada cidadão pode fazer sua parte, colaborando para a preservação das condições mínimas de vida na Terra.

Essa data merece bastante destaque no calendário mundial. Entretanto, não basta apenas plantar uma árvore ou economizar água nesse dia, é necessário que ocorram mudanças nos hábitos simples do nosso cotidiano.

Como você realiza o descarte de materiais e medicamentos?

A maioria das pessoas coloca todo lixo doméstico em um saco grande e direciona às suas respectivas lixeiras, para que seja realizada a coleta de lixo domiciliar, fornecida pela prefeitura de cada município. Entretanto vale salientar que nem todo material pode ser descartado dessa forma.

Em se tratando de lixo doméstico, o mais indicado a ser feito, é separar o lixo orgânico, dos materiais recicláveis e não recicláveis. Os não recicláveis, podem ser descartados para coleta domiciliar, já os orgânicos podem ser reaproveitados para adubar plantas por exemplo, entretanto se não houver interesse, também pode ser descartado da mesma forma. No caso de lixo reciclável, o ideal é que seja verificado nas imediações de sua residência, locais que recebem esse tipo de material, caso negativo, basta contatar a subprefeitura da região e se informar.

É importante salientar que a subprefeitura de cada região está totalmente interligada a questão da coleta de lixo. Sabendo disso, em caso de dúvidas, sempre devemos contata-los.

Através desta medida, preservamos nosso meio ambiente, pois alguns desses materiais demoram milhares de anos até que sejam devidamente degradados, trazendo prejuízos a todo nosso ecossistema.

O descarte correto de medicamentos, também é de extrema importância, visto que se realizado de forma inadequada, pode contaminar os reservatórios de água, solo ou até mesmo uso inadvertido por outras pessoas, podendo provocar intoxicação exógena.

Referente a restos de comprimidos, pomadas e xarope, o ideal é verificar nas farmácias da região se há a coleta para este tipo de material, caso não encontre, direcionar as sobras de medicamento para as unidades básicas de saúde, pois elas seguem o fluxo adequado para o descarte dessas substâncias.

Alguns pacientes com patologias específicas como por exemplo Diabetes, fazem uso de material perfuro cortante em domicílio. Geralmente quando vão retirar os insumos, recebem uma caixa apropriada para o descarte, entretanto algumas vezes essa caixa pode estar em falta, principalmente na rede pública. Nesses casos, indicamos que o material seja descartado em garrafas pet ou lata de achocolatado e levados posteriormente à Unidade Básica de Saúde mais próxima.

Nosso planeta pede socorro, cabe a nós salvá-lo!!!

Doação de Sangue

Para entendermos o que é doação de sangue, precisamos saber o que é o sangue. O sangue é um tecido vivo que circula pelo nosso corpo, levando oxigênio e nutrientes a todos os nossos órgãos. Ele é composto de por células sanguíneas, comumente conhecidas como glóbulos vermelhos (hemácias), glóbulos brancos (leucócitos ou células de defesa) e plaquetas (responsáveis pela nossa coagulação sanguínea).

Todos esses componentes são coletados durante a doação de sangue, que é um processo pelo qual um doador voluntário tem seu sangue coletado para armazenamento em um banco de sangue para uso subsequente. Em cada doação, são coletados aproximadamente 450 ml.

É importante saber que existem critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.

Requisitos

  • Estar em boas condições de saúde;
  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
  • Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas últimas 4 horas que antecedem a doação);
  • Pesar no mínimo 50 Kg;
  • Documento original oficial (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
  • Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos levar documento original oficial com foto atualizada e com filiação – RG ou carteira de trabalho; cópia do documento de identidade dos pais ou responsável legal – RG ou carteira de trabalho);

Impedimentos temporários

  • Febre;
  • Gripe ou resfriado (aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas);
  • Gravidez;
  • Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 2 meses);
  • 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;
  • Tatuagem/maquiagem definitiva nos últimos 12 meses;
  • Vacina contra gripe: aguardar 48 horas
  • Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses);
  • Qualquer exame endoscópico (endoscopia, colonoscopia), se com biópsia, é necessário a avaliação do resultado por 6 meses a 1 ano);
  • Hepatite medicamentosa: após a cura aguardar 6 meses;
  • Uso de Atenolol ou outro medicamento betabloqueador: suspender o uso, sob orientação médica, por 48 horas.

Impedimentos definitivos

  • Hepatite após os 11 anos de idade;
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;
  • Uso de drogas ilícitas injetáveis;
  • Malária.

Intervalos para doação

  • Homens: 60 dias (até 4 doações por ano);
  • Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano).

Cuidados pós-doação

  • Após a doação, permaneça sentado, pelo menos por 15 minutos;
  • Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas;
  • Aumentar a ingestão de líquidos nas primeiras 24 horas após a doação;
  • Não fumar por cerca de 2 horas;
  • Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas;
  • Manter o curativo no local da punção por pelo menos de quatro horas;
  • Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho.