Febre Chikungunya

A Febre chikungunya é parecida com a dengue, porém com suas particularidades, é causada pelo vírus CHIKV, e é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, e menos comumente pelo mosquito Aedes Albopictus, pois ele se da em áreas rurais e se alimenta de sangue animal, sua preferência não é por sangue humano.
A maioria das infecções acontece na gravidez e não resulta na transmissão do vírus pelo feto.
Aqueles infectados durante o período intra parto podem desenvolver alguma doença neurológica, doenças hemorrágicas e doença no miocárdio.

Sintomas da doença:

  • Dor nas articulações;
  • Dor nas costas;
  • Dor de cabeça.
  • Erupções cutâneas;
  • Fadiga;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Mialgias (dor muscular).

Os sintomas desta doença são graves e debilitantes, afetando principalmente pés e mãos, por serem atingidas as articulações e ate mesmo tendões, mas as pernas e costas também podem estar envolvidas.

Tratamento

Ate o momento não há tratamento especifico para esta doença, porem a algumas recomendações para alívio dos sintomas, como:

  • Repouso absoluto;
  • Analgésicos;
  • Antitérmicos;
  • Ingestão de líquidos para evitar a desidratação.

Em alguns casos será necessária á internação para hidratação venosa, nos casos mais graves, tratamento em unidade de terapia intensiva.
Como na dengue os pacientes devem evitar o consumo de medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina AAS).

Prevenção
A mesma serve para a dengue e zika vírus. Evite o acúmulo de água parada, isso é criadouro para o mosquito Aedes Aegypti, eliminando os criadouros nos eliminamos o foco, e o mosquito não dera onde deixar seus ovos.
Fiquem atentos a pneus, pratos de plantas, calhas, entre outros objetos que pode acumular água!

SE CUIDEM!

Dengue

Trata-se de uma doença infecciosa febril causada através da picada de mosquitos infectados do gênero Aedes, sendo as principais espécies:

  • Aedes aegypti;
  • Aedes albopictus;
  • Aedes scutellaris;
  • Aedes africanus (Theobald);
  • Aedes luteocephalus (Newstead).

A dengue clássica é a forma mais leve da doença, sendo muitas vezes confundida com a gripe, devido aos sintomas serem semelhantes conforme descrito abaixo:

  • Febre alta (39° a 40°C);
  • Cefaléia (Dor de cabeça);
  • Cansaço;
  • Mialgia (Dor muscular) e Artralgia (Dor nas articulações);
  • Indisposição;
  • Náuseas/êmese (Vômitos);

Esses sintomas têm início súbito e podem durar de cinco a sete dias.
Na dengue hemorrágica além dos mesmos sintomas da dengue clássica, o paciente sofre uma queda na pressão arterial devido à perda de volume sanguíneo, levando aos seguintes sintomas adicionais:

  • Tonturas,
  • Palidez cutânea;
  • Dispinéia (Dificuldade respiratória);
  • Perda de consciência.

A síndrome de choque da dengue é a complicação mais séria e está relacionada diretamente a dengue hemorrágica. Uma pessoa que sofreu choque por conta da dengue pode apresentar complicações neurológicas e cardiorrespiratórias, além de insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Tratamento
O tratamento indicado para dengue consiste no alívio dos sintomas com o uso de analgésicos/antitérmicos, para controlar a febre e diminuir as dores no corpo. Em casos de Dengue Hemorrágica, em alguns casos, faz-se necessária a transfusão de sangue ou plaquetas, de acordo com o quadro clínico apresentado. Vale ressaltar que durante o tratamento não se deve usar medicamentos que contenham em sua composição o ácido acetilsalicílico, como por exemplo a Aspirina, pois aumenta o risco de hemorragias e sangramentos. Além disso, é recomendado ficar em repouso e ingerir muita água, para que o organismo combata o vírus.
Prevenção
O mosquito Aedes aegypti é o principal transmissor do vírus e suas larvas nascem e se criam em água parada e limpa. Por isso, evitar esses focos da reprodução é a melhor forma de prevenir a dengue!

Evite o acúmulo de água;

Coloque areia nos vasos de plantas;

FIQUEM ATENTOS!

Parotidite (Caxumba)

Popularmente conhecida como Caxumba, a Parotidite é uma patologia provocada pelo vírus denominado Paramyxovírus, transmitida principalmente por via respiratória, mas pode-se contrair também através do contato direto com a saliva de indivíduos infectados ou utilização de objetos contaminados.

Antigamente a Caxumba era mais comum em nosso território, entretanto, após a vacina Tríplice e Tetra Viral passarem a integrar o Calendário Nacional de Imunização, o número de casos teve uma redução bastante significativa.

Os primeiros sintomas aparecem geralmente entre o 14º e 24º dia após o contato com o vírus.

As complicações são raras, geralmente ocorrem quando o indivíduo contrai a patologia após a fase da puberdade.

Entretanto o fato de suas complicações serem raras atualmente, não significa que podemos abrir mão de cuidados. Necessitamos trabalhar com a prevenção, visto que quando elas surgem, ocasionam grande impacto como por exemplo:

  • Esterilidade;
  • Meningite;
  • Perda de audição;
  • Edema cerebral.

Sintomas

  • Edema e/ou dilatação das glândulas salivares (Glândulas parótidas);
  • Febre;
  • Cefaleia (Dor de cabeça);
  • Fadiga;
  • Fraqueza;
  • Inapetência (Perda de apetite);
  • Dor ao mastigar e engolir.

Como é feito o diagnóstico?

Quando procuramos atendimento médico referindo os sintomas, é solicitado um exame de Hemograma, para verificar a produção de Leucócitos (Células de defesa), pois quando temos uma infecção instalada, nosso organismo os produz para combater a patologia.

Tratamento

Assim como na maioria das infecções virais, a Caxumba é tratada naturalmente pelo nosso organismo.

É indicado ficar em repouso para que se previna complicações e os médicos prescrevem analgésico/antitérmico para aliviar os sintomas.

Após a cura da doença, o indivíduo é considerado imune, desde que a infecção tenha sido bilateral.

Dia Internacional do Meio Ambiente

Na conhecida Conferência de Estocolmo em 1972, foi estabelecida a data de 05/junho para comemorar o Dia Internacional do Meio Ambiente. Essa data foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência. Tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, visto que a preservação do meio ambiente é muito importante para que possamos ter um planeta saudável e rico em recursos naturais no futuro.

Cada cidadão pode fazer sua parte, colaborando para a preservação das condições mínimas de vida na Terra.

Essa data merece bastante destaque no calendário mundial. Entretanto, não basta apenas plantar uma árvore ou economizar água nesse dia, é necessário que ocorram mudanças nos hábitos simples do nosso cotidiano.

Como você realiza o descarte de materiais e medicamentos?

A maioria das pessoas coloca todo lixo doméstico em um saco grande e direciona às suas respectivas lixeiras, para que seja realizada a coleta de lixo domiciliar, fornecida pela prefeitura de cada município. Entretanto vale salientar que nem todo material pode ser descartado dessa forma.

Em se tratando de lixo doméstico, o mais indicado a ser feito, é separar o lixo orgânico, dos materiais recicláveis e não recicláveis. Os não recicláveis, podem ser descartados para coleta domiciliar, já os orgânicos podem ser reaproveitados para adubar plantas por exemplo, entretanto se não houver interesse, também pode ser descartado da mesma forma. No caso de lixo reciclável, o ideal é que seja verificado nas imediações de sua residência, locais que recebem esse tipo de material, caso negativo, basta contatar a subprefeitura da região e se informar.

É importante salientar que a subprefeitura de cada região está totalmente interligada a questão da coleta de lixo. Sabendo disso, em caso de dúvidas, sempre devemos contata-los.

Através desta medida, preservamos nosso meio ambiente, pois alguns desses materiais demoram milhares de anos até que sejam devidamente degradados, trazendo prejuízos a todo nosso ecossistema.

O descarte correto de medicamentos, também é de extrema importância, visto que se realizado de forma inadequada, pode contaminar os reservatórios de água, solo ou até mesmo uso inadvertido por outras pessoas, podendo provocar intoxicação exógena.

Referente a restos de comprimidos, pomadas e xarope, o ideal é verificar nas farmácias da região se há a coleta para este tipo de material, caso não encontre, direcionar as sobras de medicamento para as unidades básicas de saúde, pois elas seguem o fluxo adequado para o descarte dessas substâncias.

Alguns pacientes com patologias específicas como por exemplo Diabetes, fazem uso de material perfuro cortante em domicílio. Geralmente quando vão retirar os insumos, recebem uma caixa apropriada para o descarte, entretanto algumas vezes essa caixa pode estar em falta, principalmente na rede pública. Nesses casos, indicamos que o material seja descartado em garrafas pet ou lata de achocolatado e levados posteriormente à Unidade Básica de Saúde mais próxima.

Nosso planeta pede socorro, cabe a nós salvá-lo!!!

Doação de Sangue

Para entendermos o que é doação de sangue, precisamos saber o que é o sangue. O sangue é um tecido vivo que circula pelo nosso corpo, levando oxigênio e nutrientes a todos os nossos órgãos. Ele é composto de por células sanguíneas, comumente conhecidas como glóbulos vermelhos (hemácias), glóbulos brancos (leucócitos ou células de defesa) e plaquetas (responsáveis pela nossa coagulação sanguínea).

Todos esses componentes são coletados durante a doação de sangue, que é um processo pelo qual um doador voluntário tem seu sangue coletado para armazenamento em um banco de sangue para uso subsequente. Em cada doação, são coletados aproximadamente 450 ml.

É importante saber que existem critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.

Requisitos

  • Estar em boas condições de saúde;
  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
  • Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas últimas 4 horas que antecedem a doação);
  • Pesar no mínimo 50 Kg;
  • Documento original oficial (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
  • Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos levar documento original oficial com foto atualizada e com filiação – RG ou carteira de trabalho; cópia do documento de identidade dos pais ou responsável legal – RG ou carteira de trabalho);

Impedimentos temporários

  • Febre;
  • Gripe ou resfriado (aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas);
  • Gravidez;
  • Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 2 meses);
  • 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;
  • Tatuagem/maquiagem definitiva nos últimos 12 meses;
  • Vacina contra gripe: aguardar 48 horas
  • Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses);
  • Qualquer exame endoscópico (endoscopia, colonoscopia), se com biópsia, é necessário a avaliação do resultado por 6 meses a 1 ano);
  • Hepatite medicamentosa: após a cura aguardar 6 meses;
  • Uso de Atenolol ou outro medicamento betabloqueador: suspender o uso, sob orientação médica, por 48 horas.

Impedimentos definitivos

  • Hepatite após os 11 anos de idade;
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;
  • Uso de drogas ilícitas injetáveis;
  • Malária.

Intervalos para doação

  • Homens: 60 dias (até 4 doações por ano);
  • Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano).

Cuidados pós-doação

  • Após a doação, permaneça sentado, pelo menos por 15 minutos;
  • Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas;
  • Aumentar a ingestão de líquidos nas primeiras 24 horas após a doação;
  • Não fumar por cerca de 2 horas;
  • Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas;
  • Manter o curativo no local da punção por pelo menos de quatro horas;
  • Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho.

Dia Mundial Sem Tabaco

O Dia Mundial Sem Tabaco, 31 de maio, foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo.

Já falaram para você o mal que o tabagismo tem em nosso corpo?

Pois é, ele traz muitos malefícios a nossa saúde como por exemplo:

  • Falta de ar;
  • Envelhecimento precoce como aparecimento de rugas e cabelos brancos;
  • Tosse constante;
  • Infertilidade tanto em homens como nas mulheres;
  • Prejudicial a arcada dentária;
  • Doenças respiratórias;
  • Odor desagradável;
  • Risco cardiovascular;
  • Neoplasias;

Seguem algumas dicas para parar de fumar:

Lembre-se: você não vai conseguir parar de fumar de um dia para o outro, então:

Inicie reduzindo a quantidade de cigarros por dia (se fuma vinte, passe a fumar quinze e siga diminuindo até chegar ao seu objetivo);

Reduza a ansiedade pelo cigarro com atividade física ou outra atividade que goste.

Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher

O dia 28 de maio é de extrema importância para às mulheres, pois a data marca duas lutas para a saúde feminina, o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Ambas têm como objetivo chamar a atenção e conscientizar a sociedade dos diversos problemas de saúde e distúrbios comuns na vida das mulheres.

Segundo o IBGE, as mulheres representam 51% da população brasileira e com o aumento da expectativa de vida, é ainda mais importante prestar atenção à saúde nas diferentes fases da vida. Por isso é fundamental manter os exames preventivos sempre em dia, como o Papanicolau para prevenção do câncer de colo uterino, mamografia para rastreamento do câncer de mama e a densitometria óssea para identificação precoce da osteoporose.

Seguindo a premissa de prevenção, a importância da assistência de saúde para as mulheres, deve se manter em todas as fases da vida, especialmente na gravidez e no puerpério, para reduzir ainda mais a taxa de mortalidade materna.

A morte materna é o óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou da localização da gravidez. É causada por qualquer fator relacionado ou agravado pela gravidez ou por medidas tomadas em relação a ela. Não é considerada morte materna a que é provocada por fatores acidentais ou incidentais. Hipertensão, hemorragia, as infecções puerperais, as doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, parto e puerpério e o aborto são as cinco principais causas de morte materna.

Mundialmente as taxas de morte materna estão em queda, embora doenças crônicas e outras condições médicas pré-existentes ainda sejam um problema grave. O Brasil reduziu sua taxa de mortes maternas em 43% desde a década de 90. Por isso, ações como planejamento reprodutivo (que pode reduzir as complicações em uma gravidez indesejada); parto humanizado; atenção à mulher na gestação, parto e pós-parto; utilização da caderneta da gestante e qualificação de profissionais para atuar em urgências e emergências obstétricas, são imprescindíveis para saúde, conscientização, educação, qualidade de vida e bem-estar das mulheres.

26 de abril | Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

O que é hipertensão arterial sistêmica?

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica, causada por vários fatores, caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial – PA (PA ≥140 x 90mmHg). Além de ser causa direta de cardiopatia hipertensiva, é fator de risco para doenças decorrentes de aterosclerose e trombose, que se manifestam, predominantemente, por complicações como doença arterial coronária, cerebrovascular, vascular periférica, insuficiência cardíaca e renal. A prevalência entre homens e mulheres, através de inquéritos populacionais é acima de 30%, intensificada à idade acima de 60 anos.

É consenso na literatura científica que o sucesso do tratamento da HAS e de suas complicações está condicionado às mudanças do estilo de vida, independente do tratamento medicamentoso, com destaque à redução dos fatores de riscos modificáveis: excesso de peso, alimentação inadequada, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de álcool.

Sinais e sintomas:
– Precordialgia (dor no peito);
– Dor na nuca;
– Vertigem (tontura);
– Zumbido no ouvido;
– Fraqueza, distúrbios na visão (escotomas flutuantes);
– Epistaxe (sangramento nasal).

Como prevenir a Hipertensão Arterial Sistêmica:
– Procurar usar o mínimo de sal no preparo dos alimentos, recomenda-se 4 gramas de sal por dia (o equivalente a uma colher de chá), considerando todas as refeições e evitar deixar o saleiro na mesa;
– Ler sempre o rótulo dos alimentos industrializados, antes de compra-lo, atentando-se a quantidade de sódio presente (limite diário: 2000 mg de sódio);
– No preparo dos alimentos, procurar usar temperos naturais como alho, cebola, limão, cebolinha, salsinha, orégano, coentro, cominho, páprica, entre outros, pois realçam o sabor e o gosto dos alimentos e auxilia na redução do uso do sal. Evitar o uso de temperos prontos, atenção ao aditivo glutamato monossódico em alguns condimentos ou sopas, pois são ricos em sódio;
– Evitar alimentos embutidos como (salsicha, salame, linguiça e hambúrguer), enlatados ou em conserva (milho, palmito, azeitona, etc), molhos (ketchup, mostarda e maionese) e carnes salgadas (bacalhau, carne seca e defumados), devem ser evitados;
– Reduzir o consumo de gorduras e frituras, dar preferência a alimentos cozidos, assados ou grelhados;
– Limitar ou abolir a ingestão de bebidas alcoólicas e uso de cigarros, pois contribuem para a elevação da pressão arterial. O cigarro aumenta a resistência às medicações anti-hipertensivas, reduzindo o efeito esperado;
– Consumir diariamente pelo menos três porções de frutas e hortaliças, dar preferência a alimentos integrais, como pães, cereais e massas, pois são ricos em fibras e minerais;
– Realizar atividade física, no mínimo 30 minutos, cinco vezes na semana;
– Manter o peso saudável, a redução de 5 a 10% do peso corporal, é suficiente para reduzir a pressão arterial. O Índice de Massa Corpórea (IMC), deve ser inferior a 25 kg m² e a circunferência abdominal inferior a 94 cm para homens e 80 cm para mulheres;
– Controlar a ansiedade e o estresse.

Importante: Procurar um médico ao menor sinal, verificar regularmente a pressão arterial, realizar o acompanhamento ambulatorial com cardiologista e fazer uso dos medicamentos prescritos, diariamente e por toda a vida.

07 de abril | Dia mundial da saúde

Comemoramos no dia 07/04/2016 o DIA MUNDIAL DA SAÚDE. Você sabe quando e por que essa data foi criada?

Em 1948 a ASSEMBLÉIA MUNDIAL da Saúde criou essa data com o objetivo de conscientizar a população com relação a qualidade de vida e fatores que a influenciam.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o conceito de saúde é: “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.

A saúde deve ser vista como uma forma de total bem-estar, que é conseguido não só através do tratamento de doenças ou sua prevenção, mas sim através de qualidade de vida.

E como conseguir esse equilíbrio?

Bem, primeiramente, estabeleça suas prioridades e respeite os seus limites. Nosso corpo é uma máquina fantástica, e como toda máquina, necessita de revisão, reparo e manutenção não é mesmo?

Pequenas mudanças nos hábitos hoje, influenciarão em sua qualidade de vida futuramente.

Dicas para melhoria na qualidade de vida:

  • Faça escolhas saudáveis na hora de se alimentar, opte por alimentos integrais, reduza ao máximo a ingestão de açúcares, gorduras e sal;
  • Não deixe que o sedentarismo te domine, pratique algum tipo de atividade física, pode iniciar com uma caminhada diária de 30 minutos por exemplo;
  • Faça o que lhe dá prazer;
  • Faça um checkup anualmente;
  • Divirta-se com amigos e familiares.

SEJA FELIZ!!!

06 de abril | Dia Mundial da Atividade Física

Você sabe o que é atividade física?
Trata-se da prática envolvendo gasto de energia que consequentemente promovem alterações no organismo. Essas práticas envolvem movimento corporal, associado a atividade mental e social.

Em nosso cenário atual, nos deparamos com um problema, que é o SEDENTARISMO, devido aos hábitos do dia a dia. Esse dado é preocupante, uma vez que a longo prazo, o sedentarismo pode acarretar no desenvolvimento de doenças crônicas.

A prática de atividade física além de prevenir essas patologias, traz diversos benefícios como por exemplo:

• Fortalecimento dos ossos e articulações;
• Redução dos níveis de colesterol ruim (LDL) e aumento do colesterol bom (HDL);
• As crianças desenvolvem melhor as habilidades psicomotoras;
• Regulação de substâncias que regulam o sistema nervoso.

Estudos comprovam que adotando hábitos saudáveis, como por exemplo uma caminhada diária com duração de 30 minutos, reduz em 40% a probabilidade de mortalidade por patologia crônica.

Mas eu posso praticar qualquer tipo de atividade física?
Como falamos anteriormente, toda atividade que realizamos, onde há gasto de energia, é uma atividade física, porém para atingir melhores resultados, a prática de exercícios físicos se torna mais eficiente, uma vez que além de gastar a energia através dos movimentos, melhora também nossa postura corporal, por tratar-se de uma atividade com movimentos contínuos e regulares.

Para a prática de exercícios, é indicada a orientação de um profissional capacitado, que irá lhe orientar conforme sua evolução.
Importante: Pratique atividade física e deixe o sedentarismo através de pequenas mudanças nos hábitos diários de vida, como por exemplo:

• Vá à padaria ou comércios próximos de casa caminhando ao invés de usar o carro;
• Se for usuário de transporte público, desça 1 ponto antes e caminhe até o seu destino;
• Se for subir até dois andares, vá de escada ao invés de usar o elevador.